02/10/2014

Curtas e Grossas, mas rapidinhas...


 Editorial

Caros leitores, apresentamos-lhes abaixo, uma serie de noticias, curtas e grossas e bem rapidinhas.

Os textos dos emails recebidos e publicados são de total responsabilidade dos seus autores, são reproduzidos na sua íntegra, na sua condição natural de origem e não refletem as opiniões da Revista Motoclubes.

Emails contendo palavrões e/ou ofensas pessoais não serão publicados.

Maia.


Transamazônica (Diário de Bordo de Tácio) 01/10


Manaus-AM

Hoje fiquei em Manaus, ainda na casa de Rui Tiradentes.

Amanhã embarco para Santarém, de lá pretendo conhecer Fordlandia, uma cidade fundada por Henry Ford, na década de 20 e que hoje, mesmo abandonada ainda mantém características de uma cidade Americana.

De Fordlandia, sigo para Itaiatuba e pego novamente a Transamazônica ou volto à Santarém e pego um barco até Belém...

Ainda não decidi meu roteiro de volta, talvez passe no Tocantins...

Ai, como diz meu querido Célio Avelino, quem tem destino certo é ônibus e quem tem hora pra chegar é avião!

Abraços,

Clique aqui Para ver onde estou, e veja o roteiro atualizado a cada 10 minutos.

Tacio - tacioulisses@outlook.com


 

CORRUPTÍVEL E CORRUPTOR



Hoje em dia a antecipação do voto não é mais uma ação democrática, de livre iniciativa e consciente. É uma exposição financiada na luta pelo poder. As passeatas, por exemplo, são um atentado ao processo eleitoral. Nelas, os eleitores serpenteiam fingidas vezes. São declarações disfarçadas de alegria. Idolatram a si mesmos. Vendem aí o seu voto. Apostam no favorecimento pessoal e na continuação da vida miúda. “Os homens cometem injurias movidos pelo ódio ou pelo medo”. As ruas deveriam ser palcos apenas das indignações – ali, as verdadeiras manifestações. Devíamos ter objetivos mais honestos do que apenas evitar a opressão. Partidos se digladiam usando como escudos os próprios eleitores. Prevalece quem tem uma maior estrutura de campanha. E assim fomentam as apostas e os “eleitores indecisos”. E não é demais lembrar que tudo é pago com dinheiro público. O horário da propaganda gratuita e os debates midiáticos além de outras divulgações permitidas pela justiça eleitoral, deveriam ser melhor aproveitados na construção do voto; mas, eles foram descaracterizados de tal forma que viraram instrumentos de chacotas. Os candidatos investem na imagem e esquecem o plano de governo - Que mesmo técnico, padronizador e uniformizador, ainda é plataforma. E mesmo entendendo que o Estado se relaciona/responde à pressão ou à ausência de pressão social. Ninguém parece querer saber mais das propostas; e, sim, do ôba-ôba! E esse é o pior dos crimes: a resistência está entregando as armas. E nessa guerra de palpites, carros envelopados agigantam os homens; sorrisos rasgam a cara de pau... Em detrimento do conceito. E naquelas fotografias espalhadas pelos logradouros a imagem é também do eleitor. E nada pode ser brinde. Há quem diga: “Receba que o dinheiro é seu”. Mentira! O dinheiro é meu também, não aceite, denuncie. O nosso dinheiro não é para alimentar a corrupção, mas para ser investido em saúde, educação e ação social, etc. E esse discurso do “politico coitadinho” é também corrupção. Não há inocentes numa campanha eleitoral. Corruptíveis e corruptores agem livremente. O processo é que está podre. Como não nos constranger diante de um fato político? Como ignorar? Como querer justificar? Essas posições apenas nos diminuem. “A política é um construto social”. Na relação com a urna, apenas o silêncio. Ali o sufrágio é dever cívico. Não há a voz rouca das ruas. Um instante, basta, para a consumação do ato, quem dera soberano. Mas, eu já me disse em quem votar. Antecipei-me as previsões. Fiz votos do voto. Torci fervorosamente... Com tantos mecanismos de balizamento à disposição dos eleitores, não há mais como ignorar o mau candidato. Porém, quantos são alheios? A paixão devia ser abolida; apenas a razão permitida. O voto tem o peso da consciência; mas, também da consequência. Votar é se desprender de uma causa. É esperar em juízo. É cobrar de si mesmo a vergonha de todos. A “compra do voto” não é mais um agravante, é prática vicejante. Vendemo-nos a nós mesmos. “Santinhos” em profusão revoam à esquina numa inusitada confluência de legendas. Na varrição costumeira de cada manhã... O destino é a lata do lixo. Termino, servindo-me de Maquiavel: “Métodos vis podem nos conduzir ao poder; mas não à glória!”.

Por Misael Nóbrega de Sousa

Professor e Jornalista


 

A importância do nosso voto.

O seu voto, o meu voto, o nosso voto.

Temos ultimamente ouvido muitos candidatos que estão colocando a sua “cara” à mostra e afirmando que vão, se eleitos, lutar por uma ou outra causa, que precisam de uma oportunidade para trabalhar por nós, e outras séries de discursos que ouvimos um após o outro sem, contudo, sabermos se estão sendo verdadeiros ou falsos na maioria das falas. Aí vem a questão: por que votar? Ou como votar? Diante de tantos candidatos e promessas.
A democracia é muito difícil de ser exercida, pois todos, de acordo com a lei, têm o direito, no Brasil é obrigação, de votar em alguém que será nosso representante, ou seja, aquele que vai representar nossos desejos, da maioria, para que haja a construção de uma sociedade digna de se viver. Mas como saber se aquele ou aquela candidata vai mesmo cumprir o que promete, pois tantos candidatos depois de eleito mudaram suas posições ou somente trabalharam para seus interesses particulares ou de um grupo.

Por que votar? A democracia é um processo de tentativas, acertos e erros, mas que leve ao aprendizado de exercer o poder maior do que o voto, que é o poder de fiscalização e acompanhamento do trabalho de quem foi eleito, pois somente votar e achar que tudo esta resolvido é, no mínimo, inocência . O nosso voto é muito importante e realmente pode mudar nossas vidas se nos interessarmos mais em saber se aquilo que se fala poderá acontecer no caso dos candidatos pela primeira vez e os à reeleição, se fizeram aquilo que tinham prometido anteriormente e se suas realizações foram para servir o povo (maioria) ou grupos.

Na chamada República Velha, tínhamos o voto de cabresto, no qual o eleitor já saía de casa com uma cédula específica para votar num determinado candidato imposto pelos coronéis, sem poder escolher, assim como uma série de fraudes eleitorais aconteciam como: pessoas que votavam com nome de falecidos, candidatos que enchiam um caminhão de eleitores para levar até as seções eleitorais com o nome do candidato no bolso, eleitores que vendiam o voto a troco de dentadura, sapatos novos, cesta básica ou qualquer outra coisa de interesse imediato.
Portanto, se quisermos que um dia tenhamos uma democracia, ou seja, governo do povo, para o povo e pelo povo, temos que votar, mas também precisamos cobrar mecanismos legais para que possamos acompanhar os nossos representantes de fato e ainda serem obrigados a cumprir suas promessas e, caso não a façam, serem destituídos e penalizados.

Continuamos em nossa luta por um trânsito mais humano, por leis que penalizem seriamente quem ha elas transgredir, pelo fim da omissão do estado em cumprir o seu papel, pela aplicação do artigo 76, capítulo VI (A educação para o trânsito será promovida na pré-escola e nas escolas de 1º, 2º e 3º graus), pela criação do Centro Educacional de Trânsito no Rio de Janeiro, espaço para ministrar cursos, treinamento e aprimoramento de condutores de veículos de 2, 3 ou 4 rodas, por vias que tenham condições de trafegabilidade, pela normatização de execução de obras em vias públicas com alertas, plaqueamento, segurança de trafegabilidade para veículos de 2, 3 e 4 rodas, atualização do CTB e mudanças no DPVAT.
CHEGA, 48 MIL MORTES NO TRÂNSITO POR ANO, NÃO FAZ NENHUM SENTIDO...

Abraços e boas estradas.

CS CÔRTES - celsocortes@hotmail.com
Steel Goose M.G.



 

Vai aí uma dica para um dia feliz:

https://www.facebook.com/jeferson.gaivota


 

Rota 66 & Oeste Selvagem


 

Doydo Motos

ESTRADA DE SUCESSO

A Doydo Motos surgiu há 20 anos em Caruaru, cidade pólo do agreste pernambucano, e hoje é uma marca consolidada no estado de Pernambuco e em boa parte do Nordeste.

O nome Doydo surgiu de um apelido que o fundador da empresa, Milton Oliveira, recebeu dos seus primeiros clientes na feira de motos de Caruaru. O apelido virou marca.

Ao longo dessas duas décadas, a Doydo Motos conquistou a confiança e o respeito de milhares de clientes através de um trabalho sério e dedicado ao mundo dos motociclistas. A Doydo virou sinônimo de qualidade e credibilidade.

A Doydo Motos é reconhecida como a loja das supermotos, pois na Doydo estão as motocicletas mais desejadas do planeta. Hoje, o Nordeste inteiro conhece e confia na marca Doydo Motos.

Os apaixonados por motocicletas sabem que a Doydo Motos oferece o que há de mais moderno e sofisticado no mundo das duas rodas. Então, se sua paixão é motocicleta, você precisar ser Doydo também.

http://www.doydomotos.com/

http://www.doydomotos.com/


 

FEPEM no Recife Moto Week

Em contato com a edição da REVISTA MOTOCLUBES, o Sr Fabio Lobo – presidente da Fepem (Federação Pernambucana de Motociclismo) comunicou em primeira mão que a entidade de motociclismo do estado, afiliada da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), estará presente no Recife Moto Week, que será realizado nos dias 09 a 12 de Outubro, na Praia de Boa Viagem, Recife – Pernambuco.

Nos dias do evento, a FEPEM estará com um estande onde os diretores de todas as categorias do Motociclismo Pernambucano vão estar presentes.


 

Um comentário

iaí galera, belê???

Sou um ser humano comum, não sou dono da verdade, não sei de tudo e não sou perfeito, só tento errar pouco na vida e estou dizendo isso porque gostaria de um bocadinho do tempo de vocês, para falar-lhes sobre uma das mudanças de valores da vida…motociclística, no caso!

Obviamente que o assunto é extenso e tenho consciência que não escrevo de forma correta e exemplar, além de ser adepto à criação de palavras e expressões, assim como fazia Magri.

Para comentar todas as mudanças que o meio motociclístico sofreu nos últimos anos, seria necessário apelar ao meu amigo Marcão Martins, para escrever um livro, tamanha quantidade, algumas notórias, outras nem tanto, depende do tempo em que você faz parte ou tem conhecimento deste estilo de vida…

Ultimamente, em alguns palcos e mesmo em algumas entrevistas, “reclamei”, em tom de alerta, sobre a total falta de educação nas “recepções” de alguns eventos que tenho frequentado, seja visitando para confraternizar, “locutando” ou organizando, onde acho que o nome deveria ser alterado para “decepções”, de tão absurdamente mal recebidos e “decepcionados” que são os irmãos motociclistas e os visitantes, nos casos de festas abertas ao público em geral.

Quando há cobrança então? Nem se fala… a linha de frente do grupo anfitrião sequer dirige um olá, um bom dia, uma boa tarde ou uma boa noite, sequer pergunta como foi a viagem, se tranquila, se a estrada estava boa, se estava chovendo, quanto tempo demorou, de onde o viajante veio, se vai acampar ou hospedar-se, se precisa de uma ajuda qualquer, alguma indicação, enfim… ao invés disso, já vão logo perguntando:

“Se trouxe os déiz real aí pá nóis irmão?”

É de chorar sentado na calçada… e quando você chega, ido de longe, cansado, sujo e empoeirado, clamando por um bom banho e a retirada de toda a indumentária de motociclista, com a carteira e os demais pertences embrulhados em sacos plásticos e guardados nos bolsos mais fundos das calças, jaquetas ou coletes, tendo passado por chuva ou temendo chuva ao sair, de saco cheio de tirar e por o dinheiro dos bolsos, em caso de estradas pedagiadas, aí fala pro irmão “decepcionista”:

“Pô meu irmão, seguinte, vou estacionar ali na frente, procuro o dinheiro e já volto aqui para te pagar…”

Preciso registrar aqui os comentários covardes, feitos pelas costas e em tons sarcásticos e de deboche, dirigidos a nós, já nos afastando da “decepção” do evento, rumo adentro? Acho que não!

Mas, na verdade, o comentário que quero fazer hoje, é sobre o fato de que, sabidamente, as facilidades e mordomias tecnológicas, eletrônicas e internéticas, estão afastando, em todos os âmbitos, o ser humano do convívio fraterno, próximo, olho no olho, pessoal, ao vivo e em cores, coisas de ser humano mesmo, que se tivesse sido criado para viver sozinho, existiria numa torre de babel individual, onde cada um falaria um idioma diferente, sem entendimento mesmo, ou haveria um sexo só… sei lá, com certeza o Criador teria providenciado uma existência diferente dessa que conhecemos e somos…

Essa distância humana, provocada por esses aparelhos viciantes, já foi, está sendo e ainda será palco de muitas discussões por parte de psicólogos renomados, já que interfere diretamente no convívio familiar, na educação, no trabalho, no esporte e no lazer e, obviamente, nós, motociclistas, irmãos de estrada, fraternos, próximos, atenciosos, prestativos e etc., etc., etc., estamos sofrendo também essas consequências, há meu ver, de várias formas, como por exemplo, as maneiras que são feitas as divulgações dos eventos atualmente.

Explicando:

Marca-se a data do evento e, após várias discussões e ideias, cria-se a arte, bonita, com todas as informações necessárias e mais algumas ainda… aquela poluição visual danada… com a intenção de atrair o “irmão” para a arapuca da “decepção”, em que são cobrados aqueles “déiz real”, aí chega à vez de contratar uma gráfica, esperar alguns dias e, de posse daquele calhamaço de papel colorido, que não ficou lá muito barato, acessar o notebook e colocar o cartaz impresso na internet…

Como assim, não entenderam?

É só isso, os caras saem da gráfica com um montão de papel impresso e pesado no colo e, ao chegarem em casa ou no trabalho, simplesmente copiam ou aproveitam a própria arte e enchem as redes sociais com seus convites…

Mas isso está errado mesmo?

E os cinco mil cartazes, flyers e panfletos que foram feitos?

Essa é fácil:

São distribuídos entre os integrantes e estes, quando chegam a um evento, preferencialmente os mais “pertinhos”, vão logo colocando montes deles nos balcões dos expositores, nas mesas das inscrições e/ou venda de camisetas, vão colocando nos tanques, bancos e painéis de todas as motocicletas estacionadas, sem nenhum critério, sem nem mesmo atentar ao fato da motocicleta ostentar algum adesivo de MC/MG, possuir algum equipamento indicando ser o proprietário um motociclista estradeiro, verificar se a aplaca é de outra cidade, ou seja, detalhes reveladores, que farão com que a propaganda não seja desperdiçada, além do quê, existe o fator sereno da madrugada, que os desmancha.

Já repararam que, em muitos eventos, a quantidade de papel impresso colorido e visualmente poluído, que não ficou lá tão barato e jogado ao chão é realmente impressionante? Ô dó!!!

Será que os integrantes pensam, agindo assim, em livrar-se logo daquele fardo de papel pesado e tomar umas cervejas e curtir rock and roll, achando que a propaganda que os locutores de eventos irão fazer, que muitos nem escutam ou prestam atenção já serão suficientes?

Onde está o contato humano, o convite propriamente dito, feito de forma correta, fazendo o irmão que está sendo convidado prestar atenção no que está sendo dito a ele, não no papelzinho que será dobrado, guardado e esquecido depois?

Onde está o poder da persuasão e das palavras de convencimento, o prazer em falar que você faz questão da presença do irmão, olhando no olho dele, convocando-o a comparecer num evento em que ele será bem recebido, pura e simplesmente para confraternizar e dar aquele abraço em quem estará festando, entregando o convite na mão dele e avisando-o que o endereço está ali, naquele papel visualmente poluído, para ser verificado depois?

Além disso, alguns motoclubes/motogrupos acham que podem simplesmente se dar ao luxo de sentar-se em frente ao notebook e digitar lá um “convitinho meia boca” e soltá-lo nas redes sociais, achando-se o tal, que a festa nem precisará de outra forma de divulgação, que será um tremendo sucesso de público, que irão cinco mil pessoas lá no evento, pois atualmente, todos estão “conectados”… Será mesmo?

E quando chega o grande dia, dessas cinco mil pessoas, quantas será que serão irmãos motociclistas, convidados de verdade, se é que a maioria dos convidados serão mesmo motociclistas?

Então qualquer um pode entrar?

Será que esses pseudos “convidadores” não veem que a frequência que realmente importa é a qualitativa, não a quantitativa?

Será que o fator humano, a proximidade e a fraternidade realmente não contam mais?

Duvido muito, pois não somos nós, seres humanos, que existimos para conviver próximos, em sociedade, em grupo, principalmente nós, irmãos motociclistas?

Ok, concordo que as redes sociais estão aí para esta serventia também, mas…

Em vários eventos que frequento, percebo que a maioria esmagadora dos convidados são motociclistas “coletados”, viajantes mesmo, que estão ali chegados de várias localidades porque foram convidados da forma correta, pura e simplesmente para confraternizar e retribuir o convite feito pessoalmente, fazendo com que a festa fique lindamente colorida, com vários brasões representando a irmandade, enchendo de orgulho os anfitriões.

Saibam que não estou atacando diretamente ninguém nem tampouco nenhum MC/MG, pois, quando acho pertinentes ou importantes e tenho abertura para tal, faço minhas humildíssimas críticas construtivas diretamente ao(s) interessado(s), e muitos já sabem disso.

Finalizando, digo com certeza que está faltando o verdadeiro senso de motociclismo e motoclubismo a muitos que estão por aí, que se esquecem de pequenos, mas importantíssimos detalhes que não estão escritos em nenhum manual de comportamento, mas que fazem muita diferença, no final das contas.

Digo com certeza que os que se esquecem desses pequenos, mas importantíssimos detalhes estão cada vez mais fora da realidade e nem mesmo se lembram de quando foi a última vez que trocaram o pneu dianteiro da motocicleta.

Digo com certeza que o sucesso de um evento e a característica de reunir uma grande quantidade de irmãos de estrada, não se faz atrás de um computador, não se conquista de forma eletrônica, nem tampouco com inércia e sem saber se o asfalto é cinza ou preto ou qual o significado das faixas indicativas no solo das estradas, nas linhas paralelas ou simples, contínuas ou pontilhadas, brancas, amarelas ou vermelhas.

É isso.

PICKA PAU WOODY - pickapau3@gmail.com


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2º Moto Fest Metamorfose Ambulante